O sucesso empresarial decorre da oferta de um produto e/ou serviço excelente aos clientes, difícil de ser imitado pelos concorrentes diretos, e, paralelamente, com a construção de uma cultura e de um clima organizacional motivador para a equipe de colaboradores. Atingir estas características que dão forma ao sucesso empresarial não é tarefa fácil, e, com certeza, tem origem num processo de liderança voltado para a profissionalização, para a inovação, e, para a responsabilidade social da organização dentro da sua comunidade. Quando uma empresa tem consciência do seu propósito empresarial, e, compartilha isso com sua equipe de colaboradores, reduz em muito a necessidade de manter controle sobre o que as pessoas fazem, ou seja, se todos internamente tem consciência do norte a ser construído, fazem exatamente o que deve ser feito, o processo de avaliação e controle, quando usado, torna-se uma ação construtiva. Normalmente, somente exercemos um controle forte quando não existem fronteiras claras entre as unidades organizacionais; onde os interesses pessoais prevalecem sobre os interesses da corporação; onde existem relacionamentos internos diferenciados e isto gera privilégios para alguns facilmente percebidos por todos, e, principalmente, quando o grau de maturidade dos executivos e colaboradores é baixo.
Por isso, um modelo de gestão para qualquer negócio, deve ter esta questão do propósito empresarial mais bem definida, bem divulgada, e, muito bem entendida por todos. Logo a seguir, a principal liderança deve zelar para que seus processos chaves de funcionamento (aqueles que garantem o faturamento e a satisfação dos clientes) sejam operacionalmente competentes. Como fazer isso? Respondendo honestamente as seguintes questões:
1. Qual o comportamento de nosso volume de vendas, rentabilidade e competitividade em 2011 em relação ao ano de 2010? Se estamos com queda no nosso desempenho precisamos rapidamente identificar onde estão localizadas as causas que geram estes resultados negativos, ou seja, agir sobre as causas e não sobre os efeitos. E, agir nas causas, deve acontecer em cada uma das questões seguintes, quando você não gostar da resposta à questão.
2. Os nossos diferenciais nos produtos e nos serviços são percebidos pelos nossos clientes, agregam valor a nossa marca, garantem uma fidelização crescente, e, aumentam a nossa rentabilidade em relação ao mercado concorrente? Conseguimos inovar e fugir do atual estágio de comoditização geral existente?
3. Nossa ação comercial é agressiva, renovada, motivada e nossa equipe de vendas mantém um razoável padrão de crescimento em termos dos mercados atuais e de novos mercados? Os nossos canais de comunicação apoiam o processo comercial e atingem de forma clara a mente dos nossos clientes?
4. Qual o padrão da minha tecnologia de processos de produtos e de serviços? Sou competitivo em termos de custos e em termos de tempo para entregar um produto ou serviço? Cumpro com os meus compromissos comerciais dentro dos prazos pactuados com os clientes? Conheço como os meus concorrentes estão cumprindo com este pré-requisito?
Como dito acima, não tendo respostas satisfatórias para estas questões, precisamos montar um sistema de melhoria para acontecer logo no início do ano de 2012. Crescer profissionalmente, passa por mudanças quase que constantemente, ajustando os processos de funcionamento a realidade de mercado e aos propósitos de negócio ou propósitos empresariais.
Boa análise!
Boa análise!
QUIZ:
Quais os efeitos na minha empresa o fato de não ter um propósito de negócio claro e compartilhado com a minha equipe chave? Norteadores estratégicos (missão, visão e valores) são essenciais ou são modismos?

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