segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Ano 8 Post 139 - IMPOSSÍVEL TER SUCESSO SEM INOVAR NAS PRÁTICAS DE GESTÃO


Este 2019 ate Agosto tem sido rico em experiências e conhecimentos, de muita troca com os clientes, e, principalmente, de muitos processos de mudança bem sucedidos, que acrescentaram valor no negócio daqueles que estavam dispostos a sair da zona de conforto e correr os riscos que este tipo de ação trás.

Comprovei no dia a dia, que hoje no ambiente de trabalho precisamos de uma nova forma de relacionamento entre os colaboradores, e, principalmente, destes com seus líderes. As equipes não trabalham mais "para" os líderes; as equipes de sucesso trabalham "com" suas lideranças. Esta mudança de paradigma, para mim, foi a grande evolução no sistema de gestão nestes últimos três anos. Hoje, qualquer que seja o tipo de relacionamento - amizade, social,  profissional, familiar ou amoroso - o que o sustenta é a relação de confiança existente entre as partes envolvidas. Confiança é a palavra-chave em termos de gestão bem sucedida; é ela que fideliza e faz crescer a carteira de clientes; é ela que mantém relecionamentos comerciais duradouros entre parceiros e fornecedores; é ela que mantém os membros de uma família unidos; é ela que mantém as relações afetivas construtivas e repletas de felicidade. Nos tempos antigos o que sustentava as relações era o poder; mandava quem podia e obedecia quem tinha juízo. Sacrifício e tortura eram as palavras da moda, mesmo na Era Industrial. Somente, na Era da Informação, passamos a ter relacionamento de iguais entre líderes e liderados, pois o capital intelectual passou a receber o devido valor. E, com certeza, neste rítmo de desenvolvimento no relacionamento entre as pessoas, onde o sistema de autoridade cede o seu lugar para o sistema de facilitação ou coaching, muito em breve vamos entrar na Era das Pessoas, onde o cérebro vai assumir o lugar dos músculos; onde o nível de confiança vai chegar ao ápice; e, propiciando que todas as mentes e corações da equipe de trabalho estejam unidas para construir o melhor futuro sustentável para todos.

Por isso, para desenvolver o clima de confiança necessário à melhoria do sistema de gestão, seja você líder ou liderado, adote posturas em 2012 que facilite este crescimento: (1) Seja disciplinado, mas não perfeccionista; (2) Seja prestativo e esteja sempre disposto a colaborar com os seus colegas; (3) Seja eficiente, competitivo e deseje o sucesso pessoal e da sua organização; (4) Seja sensível, idealista e se faça compreender sempre que possível; (5) Seja racional, metódico, sistemático e objetivo; (6) Seja cauteloso, cuidadoso e faça somente críticas construtivas; (7) Seja criativo e desempenhe suas atividades de maneira prazeirosa; (8) Seja empreendedor, desbravador, perseverante e ativo; (9) Seja paciente, perssistente e ativo; (10) Por último, não goste de burocracia e demoras.

Para que você se torne um talento reconhecido, acrescente a lista acima, a iniciativa de dar um presente todos os dias a um colega de trabalho, seja ele um feedback construtivo, um sorriso sincero, uma idéia, uma demonstração de confiança. Este é um futuro que já chegou na postura de muitos executivos que hoje deixam marcas positivas em suas organizações.


QUIZ:

E a sua organização, já está na ERA DAS PESSOAS?

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Ano 8 Post 138 - Do caos ao sucesso

Mônica Pinho é fisioterapeuta e empresária. Dirige o estúdio de pilates e fisioterapia Corpo & Movimento há 14 anos no interior do Rio de Janeiro, em Itaboraí. A partir de 2014, a empresa que estava indo bem sofreu com a crise nacional. "Foi o início de um período triste, quase impossível de reverter", diz Mônica.  Ela conseguiu. Encontrou o coaching e a partir daí alavancou sua vida, carreira e seu negócio .
“Em 2015, após a Lava Jato e o fechamento do maior polo petroquímico que estava sendo construído na minha cidade, Itaboraí, experimentamos uma queda brutal no  faturamento, do nosso negócio”, conta. A instabilidade no setor de saúde e bem-estar foi avassaladora na avaliação de Mônica. O índice de desemprego aumentou. As dívidas se acumularam na empresa e fornecedores foram desligados.
No ano seguinte, em 2016, Mônica acompanhou o falecimento da mãe, que lutava há seis anos contra um câncer de mama também com metástase óssea. Ela adoeceu e faleceu em seis meses. No período, o estúdio de pilates teve queda maior, com os olhos da empresária afastados do negócio. “Éramos muito ligadas uma à outra. Posso dizer que éramos almas gêmeas, eu e minha mãe, então fiquei totalmente destruída emocionalmente. Minha vida ficou de ponta-cabeça”, desabafa.
As dívidas seguiam aumentando com a queda do faturamento. “Mesmo sem forças, na semana do falecimento de minha mãe, eu tive que continuar com o trabalho”, lembra. A desolação de Mônica a cegou para qualquer saída. Essa situação, observa a coach Ana Slaviero, é bastante comum no Brasil.
Já em Portugal, conhecidos de Mônica prosperavam nos negócios. Pelas redes sociais, a empresária testemunhou o sucesso de empreender no exterior. Curiosa, questionou os colegas sobre o motivo, e então recebeu a indicação de Ana Slaviero, que é coach especialista em carreira e transições de carreira. “Minha vida estava uma merda, e com o coaching iniciei o meu processo de recomeço e transformação”, completa.
De acordo com Ana, a empresária precisava de ressignificação, reestruturação e motivação. No entanto, com tanta tristeza e luto não sabia onde encontrar forças para mudar esta situação. “Era quase impossível”, relata. Assim como ela estava, muitas pessoas também se encontram neste momento. “Aprendi com o coaching o sentido da ressignificação,  paciência e também o valor do otimismo, com a necessidade da leveza”, ressalta Mônica Pinho.

Ao invés de abrandar as dores podem piorar. No caso de Mônica, durante o processo de coaching, aconteceu outra perda, a da tia, oito meses depois, também por câncer. “Isso abateu toda a família. Me senti isolada e muito solitária. Só podia contar com a ajuda da Ana, pois todos em volta sofriam. Eu ainda tinha que apoiar os meus filhos, que no mesmo período sentiam a perda também do avô paterno. Nas sessões eu chorava muito. Mas mesmo em meio as lagrimas foi realizando os exercícios propostos pela Ana e gradualmente fui me recuperando. Fui ganhando força e ânimo”.
Mônica relata que mesmo em meio aos caos aprendeu a gerir melhor a sua vida e a sua empresa  com as ferramentas de coaching. “Consequentemente aumentamos o faturamento, pagamos dívidas e fizemos algumas reformas que estavam sendo necessárias”. Hoje Mônica está em outro nível, mais motivada, realizada, plena e feliz.
“Posso afirmar que o coração está curado daquela dor e tenho sonhos a serem conquistados. Um deles é a minha formação com reconhecimento internacional na área do pilates, o qual já iniciei. E o que eu desejo em cinco anos é ser reconhecida profissionalmente como referência na minha área. Quero ver o meu filho mais velho se formando, quero relacionamentos compatíveis com o meu estilo de vida e liberdade financeira para atingir os meus objetivos”, conclui Mônica.
O processo de coaching não tem limite geográfico. Neste caso, Monica estava em Itaboraí no Rio de Janeiro enquanto Ana está sediada em Porto Alegre (RS). Mas isso não impediu o impactante resultado por meio das ferramentas de coaching  online  propiciadas pela internet. 
Diz Ana Slaviero que o maior benefício do processo de coaching é a conquista de resultados extraordinários em qualquer contexto, tanto pessoal quanto profissional. "Sua maior importância é levar o cliente a sair do seu estado atual em direção ao seu estado desejado, conquistando tudo o que sempre sonhou", comenta Ana. Informações: www.slaviero.com

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Ano 8 post 137- A banalização do coaching


Um setor que não para de crescer. Entre sérios e oportunistas, o universo do coaching já soma mais de 40 000 profissionais (embora esse não seja o termo correto, já que não existe uma profissão regulamentada no setor) no mundo todo.



Os Estados Unidos representam a maior fatia, onde a atividade já movimenta mais 2,5 bilhões de dólares por ano. Embora mais tímido, o crescimento no Brasil é bastante acelerado. Estima-se que entre 2010 e 2019 houve um aumento de 500% no número de coaches ativos no país.

A explosão tem um lado negativo. À medida que aumenta o número de pessoas atuando como coaches, aumenta também a confusão sobre sua aplicabilidade. Hoje, dependendo de quem vende o serviço, o coaching pode “resolver” um pouco de tudo. E aí é que mora o perigo. Ex-presidente da International Coach Federation (ICF) no Brasil, a maior associação global de coaches, presente em 140 países, o gaúcho Jorge Oliveira faz uma análise desse fenômeno, critica sua banalização e alerta para o problema da ansiedade das empresas e da falta de formação dos coaches. “Quanto menos formação você tem, mais mágico você se acha”, diz.

Com um currículo de peso, que inclui duas graduações, duas pós e diversos cursos, Oliveira investiu só no ano passado 40 000 reais na própria formação. Como coach de executivos atuou mais de 2 500 horas e hoje coordena o Programa de Formação de Coaches do EcoSocial. Numa conversa franca, ele falou com a VOCÊ RH sobre o tema e traçou tendências nesse mercado. Confira a seguir.

Como o coaching se tornou essa febre que é hoje? 
No começo dos anos 2000, já existia no Brasil uma demanda bastante grande para coaches atuarem em processos. O coaching era usado como apoio ao processo de desenvolvimento das pessoas efetivamente. Foi quando ele deixou de ser visto como algo que “conserta” as pessoas que têm problemas para se tornar algo que pode ser usado para desenvolver o potencial dos profissionais. Nesse meio do caminho, algumas empresas entenderam que o coaching poderia ir além e entrar na cultura organizacional. Surge aí uma série de coisas diferentes, como o conceito de líder coach. Acredito que é nesse ponto que começamos a banalizar o conceito, pois começam a pedir para o coach coisas que não são de sua responsabilidade.

Que tipo de coisas? 
O coaching virou remédio para tudo. Com isso, a gente perde efetivamente sua contribuição. Há uma série de possibilidades de intervenções nas empresas, como mentoring e outros tipos de treinamento, mas como o coaching é mais abrangente começa a existir uma confusão. Tem gente que é contratada para fazer coaching e faz mentoring.


Essa confusão acontece apenas no Brasil? 
Essa confusão existe no mundo todo. Se for pesquisar nos EUA sobre mentoring e coaching há definições exatamente iguais. Nos EUA, eles investem um tempo enorme em tentar fazer essas diferenciações, porque lá é muito séria essa questão do coaching x terapia. Não acho que esse seja o cerne da questão aqui.

Por que chegamos a esse ponto de banalização do coaching?
Primeiro porque coaching realmente funciona e faz a diferença. Quando é bem-sucedido, muda o clima da empresa, e muita gente começou a achar isso mágico. Mas isso demora, leva tempo e as organizações passaram a querer tudo muito rápido. E sempre vai ter gente na outra ponta que acha que pode fazer em cinco, quatro meses. Quanto menos formação você tem, mais mágico você se acha. O processo, nesse caso, pode até causar mudanças fantásticas, mas não se sustenta. Segundo porque que quem olha de fora e vê quanto um coach recebe por hora acha isso um ótimo negócio. O pensamento é lógico: sou executivo, vou para o mercado e viro coach. O que as pessoas não olham é o tempo que você deve investir na preparação.


Qualquer um pode ser coach? 
No início, eu achava que qualquer pessoa com vontade e vivência organizacional poderia ser coach. Hoje, depois de treinar por dez anos, digo que tem pessoas que não podem ser coaches. Há quem pode ser um bom consultor ou bom mentor, mas não consegue ser um bom coach.

Quem normalmente tem dificuldade em ser coach?
Quem tem verdades muito estabelecidas. No processo de coaching, você precisa estar inteiro, a serviço do cliente e conseguir se sensibilizar. Do contrário, você fica preso nos seus parâmetros. Quando parto de uma posição que eu já sei antes, tendo a conduzir o processo, e isso não é legal. Essa postura é mais fácil de encontrar em pessoas que tiveram cargos mais altos. Os que não tiveram cargos tão pesados muitas vezes têm mais facilidade, mais abertura e menos amarras. Conseguem se conectar mais. O problema é que o mercado ainda contrata você pelo seu passado, pelo que você foi, e não pelo coach que você é.

Podemos dizer que parte dessa responsabilidade na contratação é do próprio RH?
Sem dúvida. Primeiro porque muitos contratam amigos que estão no mercado. Segundo porque o próprio RH também não tem muito claro o que é coaching, no que o coaching pode contribuir e como o coach se forma. Existe uma confusão de informação generalizada e o RH não escapa disso. Existem, por exemplo, cursos de formação de coach, mas que, na verdade, formam líder coach ou coach interno.

O que você acha desses dois conceitos, do líder coach e do coach interno?
Não gosto desses conceitos. Coaching é um estilo de liderança, que você pode usar dependendo da situação. Ser líder coach pressupõe que o tempo todo tem que ser líder a partir dessa habilidade e, na prática, não funciona assim. Às vezes você precisa ser democrático, outras vezes diretivo. As pessoas têm muito medo de falar sobre essas coisas. O líder coach parece o bonzinho, né? Líder diretivo não é bom. Essa história de líder coach é coisa para vender em treinamento. Já o coaching interno é um conceito perigoso, pois se você é funcionário tem que tomar cuidado com questões confidenciais. Não sou contra, mas já vivi muito e sei como isso é complicado. E tem também a questão da dedicação. Para ser um bom coach, você precisa dedicar horas do seu tempo com a pessoa. Mas, se você é funcionário da empresa, no final das contas ela não vai querer que você deixe de fazer o seu trabalho para fazer “apenas” coaching. Por isso, não acho que funciona.


Como contratar um bom coach? 
Fazendo as perguntas adequadas, que são simples: qual a formação dessa pessoa, qual metodologia ela usa, quantas horas tem de experiência. Isso tudo é fundamental. Não pode ser alguém apenas teórico nem alguém apenas prático. Pergunte quanto essa pessoa investe por ano na própria formação e se ela faz supervisão (quando você reflete sobre sua prática com um profissional mais experiente). Isso vai ajudá-lo a entender por que tem coach que cobra 60 reais a hora e outro que cobra 1 500 reais. Pergunte qual o foco desse coach. Ele é coach e também é consultor de informática?

Teremos uma nova onda em coaching?
Acho que o mercado fica cada vez mais pulverizado. Infelizmente, em vez de programas organizacionais que mexem com a cultura, percebemos cada vez mais demandas isoladas das empresas, o que para mim volta um pouco ao início. Mas tem algo que deve explodir por aqui que é o life coaching. Nos Estados Unidos, isso já é muito forte. Lá, a maioria dos 20 000 coaches da ICF já atua como life coaches.

O que é o life coaching?
É quando você lida com problemas da vida diária. É um conceito muito próximo da terapia. A diferença é que o terapeuta vai lidar num nível mais profundo e mais abrangente. Vai querer desatar os nós. O life coach vai lidar com questões mais específicas. É algo mais circunstancial, definido e delimitado. Um comportamento mais claro e mais operacional. Mas não deixa de estar muito próximo da terapia.


Daniela Diniz
https://exame.abril.com.br/negocios/a-banalizacao-do-coaching/

domingo, 4 de agosto de 2019

Ano 8 - post 136 - UM MAPA ESTRATÉGICO PODE MOSTRAR AS PRIORIDADES CRUCIAIS DO SEU NEGÓCIO


Para iniciar as nossas reflexões de 2019 quero convidar vocês para gastarem alguns minutos e focar na necessidade de estabelecer um roll de prioridades para este ano, e, depois criar um Plano de Ação correlato. Para isso, vamos criar algumas providências bem simples e objetivas:



1.       Busque um local onde possa trabalhar sossegado e com um mínimo de interferência externa. Tenham em mãos algumas folhas de papel em branco e uma caneta.

 

2.       Reflita sobre as melhores respostas que pode construir baseado nas experiências atuais do seu negócio para as questões a seguir, e, registre de forma clara a síntese do seu pensamento:

 

 

a.       Em que segmento de negócios você realmente está? Qual é realmente o seu negócio? Não foque no seu produto, mas, sim, no benefício que você oferece aos seus clientes chaves. Por exemplo, não venda “chocolates”, mas, “presentes”; ou seja, este empresário está no segmento de “varejo de presentes”.

 

b.      Quais são os meus diferenciais em relação aos meus concorrentes diretos, ou seja, porque os clientes compram da nossa empresa? Aqui os aspectos essenciais poderiam ser: localização; preços compatíveis; equipe de vendas treinada e capacitada; etc.

 

c.       O que os seus melhores clientes têm em comum? Poderíamos concluir que são mulheres e homens maduros que trabalham fora, que normalmente fazem compras para a família, da classe média, e, moradores em bairros nobres.

 

d.      O que nós oferecemos de “único” no mercado para os nossos clientes chaves? Atendimento diferenciado e serviços focados na criação de facilidades.

 

e.      Quais são os nossos principais gargalos, obstáculos ou carência de conhecimentos cruciais para o sucesso continuado do nosso negócio? Carência de um processo formal de planejamento; falta de gerenciamento de metas junto à equipe de vendas; falta de controles de custos e produtividade nas áreas de administração e finanças, por exemplo.

 

f.        Temos as pessoas certas em cada atividade chave?

 

3.       Poderíamos dizer que a reflexão sobre as questões acima e o seu respectivo registro nas folhas de papel, constituiriam uma primeira fase chamada de “diagnóstico situacional do meu negócio”. A seguir, uma segunda fase que poderíamos chamar de “formulação de um plano estratégico”, consistiria em definir as prioridades estratégicas para o seu negócio, centradas em quatro grandes perspectivas, ou seja, o que eu deveria priorizar em 2014 para aprimorar o que tenho de bom, e, eliminar ou reduzir de intensidade as dificuldades reais do meu negócio:

 

 

Perspectivas:
Prioridades ou Plano de Ação
FINANÇAS
 
MERCADO e CLIENTES
 
ATIVIDADES CRÍTICAS
 
GESTÃO DE PESSOAS
 

 

4.       Claro que o exercício não poderia se resumir a “diagnóstico situacional e formulação estratégica”. O que desejamos que você realmente tenha são iniciativas ou projetos que proporcionem um novo rumo nos seus negócios neste ano de 2014. Esta terceira fase poderíamos chamar de “execução estratégica”.

 

5.       O processo de fazer este exercício é muito interessante e os resultados são surpreendentes. Espero que você faça e que isso lhe proporcione redução de custos, melhoria na produtividade, e, principalmente, bons lucros.