quinta-feira, 12 de abril de 2012

ANO 02 - POST 33 - COMO VÃO OS PLANOS DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL?

Como tenho profunda convicção que um grande número de negócios vão enfrentar problemas durante este ano de 2012, tenho me preparado para ajudar aos empresários em como minimizar o efeito da crise mundial em seus negócios. Estou mantendo uma parceria com um escritório de advogacia especializado em Family Office, para que possamos prestar um serviço que inclua desde a parte de coaching executivo aos sócios, os levantamentos financeiros pertinentes, e, as saídas mais adequada para colocar a organização novamente no rumo certo.

Os negócios não começam a definhar de uma hora para outra. Eles se mantem por longa data com margens negativas em algumas linhas de produtos; geração de caixa operacional deficitária principalmente pelo descasamento entre prazos de recebimento e prazos de pagamento, e, também, pela total falta de alinhamento entre os donos e a equipe operacional. Os donos alegam toda a sorte de causas para os seus problemas, mas, na verdade é a falta de planejamento e a carência de inteligência competitiva (clientes, mercados, concorrentes, fornecedores, etc.) que gera tanta desinformação sobre o que está acontecendo, que muitas vezes o fracasso é irreversível. E, nestes momentos onde a crise atinge a grande maioria dos empreendedores em várias partes do mundo, fica impossível continuar negando que a organização está com problemas; que a equipe funcional não tem os conhecimentos, competências e atitudes necessárias para realizar um programa de mudanças; e, se nada drástico for feito, o fim vai se aproximar aceleradamente.

Bem, ao sinal dos primeiros atrasos nos pagamento de duplicatas e impostos; da constatação de alta rotatividade no quadro funcional; e, redução nos pedidos e nas vendas, está na hora de sentar com um especialista em recuperação judicial para buscar um turnaroud no seu negócio.

Fique atento e não tenha receio de buscar ajuda rápido. Quanto mais cedo, mais fácil encontrar alternativas.

QUIZ:

Será que a minha geração de caixa, as minhas margens operacionais e o meu crescimento nas vendas, me credenciam a passar em sustos pelo ano de 2012?