terça-feira, 17 de setembro de 2019

Ano 8 Post 142 - COACHING ESPORTIVO E COACHING EMPRESARIAL

Em tempos de Copa do Mundo, o esporte pode ensinar muitas lições às pessoas, tanto do ponto de vista pessoal quanto profissional. A figura do técnico, por exemplo, tem sido cada vez mais valorizada e pode ser uma forma interessante de abordar temas ligados à liderança e coaching - processo entre o coach (profissional) e o coachee (cliente) para atingir determinado objetivo desejado pelo cliente.

Mas cada um desses universos - o esportivo e o empresarial - tem suas peculiaridades e é preciso levá-las em conta para avaliar corretamente cada ensinamento.
"A principal diferença entre o coaching esportivo e empresarial é a experiência. Na área esportiva, é fundamental que o coach tenha uma experiência pregressa naquele esporte e na função. Já na área empresarial, apesar de haver o mito de que o coach precisa ter experiência na área na qual ele está dando consultoria, isso não é necessariamente verdade", explica Alfredo Castro, sócio-diretor da MOT.
Outra diferença importante, segundo o especialista, é o resultado que se busca. No esporte, ele é muito específico; já na área empresarial, o resultado esperado é mais genérico. "Uma equipe pode ter como objetivo vencer uma ou duas partidas, um campeonato inteiro, ou apenas participar para ganhar experiência. Já no coaching empresarial, o resultado que se busca é que o líder ou o vendedor seja melhor do que ele já é; que desenvolva suas habilidades, mas não que seja ‘o’ melhor. Em uma empresa, não há títulos nem medalhas em disputa", esclarece.
O coaching esportivo, segundo Castro, tem ainda uma característica mais imperativa que na realidade empresarial. Ou seja, o coach esportivo é aquele que define quem joga, quem entra e quem sai do time. Já no universo corporativo, o papel do coach é desenvolver habilidades do executivo para que ele encontre recursos próprios para evoluir. O processo para atingir os objetivos propostos é bastante diferente, na avaliação do especialista.
Ainda que nem todas as pessoas saibam, é possível fazer coaching empresarial em grupos. O formato individual é mais comum, mas atuar em grupos também pode trazer excelentes resultados. "Neste caso, as técnicas e metodologias são semelhantes às do coaching esportivo", afirma Castro.
Inclusive, ressalta, é possível "trocar de técnico durante o campeonato". Ou seja, mudar de coach durante o processo de coaching empresarial pode trazer vantagens aos coachees.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Ano 8 Post 141 - O melhor milho

Todos os anos aquele fazendeiro recebia o primeiro prêmio máximo pela qualidade de sua lavoura de milho na exposição de seu estado.


Certa vez um jornalista, intrigado ao descobrir que ele fornecia suas “sementes campeãs” para os fazendeiros vizinhos, lhe fez a seguinte pergunta:


- Como você se permite compartilhar sua melhor semente de milho com seus vizinhos, se eles competirão com você todos os anos?


E o fazendeiro respondeu:


- Bem, você não sabe? O vento espalha o pólen do milharal de lavoura para lavoura. Se meus vizinhos cultivarem milho inferior, a polinização cruzada vai certamente degradar a qualidade do meu milho. Portanto, se eu pretendo cultivar um milho de qualidade, eu tenho de ajudar meus vizinhos a cultivar um bom milho.


Em uma equipe de alto desempenho, o bem estar individual está firmemente ligado ao bem estar de todos. À medida que cada membro da equipe contribui com o seu melhor,  todos têm a oportunidade de aperfeiçoar-se e melhorar continuamente suas próprias contribuições à equipe. À medida que cada um se fortalece, toda a equipe se torna mais forte, mais dinâmica, mais eficaz, enfim, uma equipe extraordinária.


Eu sou parte de uma equipe. Então, quando venço,não sou eu apenas quem vence. De certa forma termino o trabalho de um grupo enorme de pessoas.(Ayrton Senna)

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Ano 8 Post 140 - OS MAIORES PECADOS QUE COMETEMOS EM GESTÃO DO TEMPO


Li um artigo sobre Gestão do Tempo em Vendas, na Revista Venda Mais, e, percebi que os comentários eram pertinentes para qualquer tipo de atividade, e, isto me deixou preocupado, pois mais de 50% das pessoas que foram entrevistadas confirmaram em primeiro lugar,que tem falta de foco e disciplina na realização da sua rotina profissional. A segunda opção mais votada por 20% das pessoas, foi considerar que na prática elas não tem tempo, estão super atarefados, estão sempre “correndo atrás da máquina” etc. Ou seja, mais de 70 por cento das pessoas estão com problemas de organização do tempo e da rotina de trabalho.
Vamos listar em ordem decrescente os maiores pecados de gestão do tempo que afetam os executivos brasileiros, segundo eles próprios:
Falta de foco e disciplina no trabalho, “amanhã eu faço”, ou, “ainda tenho tempo”.
Achar que não tenho tempo, “estou cheio de coisas para fazer”.
Uso exagerado de Internet e redes sociais, “vou dar mais só uma olhadinha no facebook”.
Planejar demais, “é melhor eu dar uma planejada nisto”.
Não ter tempo para capacitação pessoal, “que pena que não tenho tempo para fazer este curso”.
Não descansa e não desliga do trabalho, “vou só olhar o e-mail do trabalho para ver se o meu cliente respondeu e vou dormir”.
Baixa autoestima, “não sei fazer mesmo, nunca alcanço as metas”.
Falta de ferramentas, “não tenho agenda e sempre esqueço os compromissos”.
Lotar a agenda e não ter tempo para mais nada, “hoje tenho reunião até na hora do almoço”.
Ambiente de trabalho desorganizado, “nunca acho a minha caneta quando preciso dela”.
Não saber lidar com o excesso de informação, “se eu fosse ler tudo o que recebo passaria o dia lendo”.
Reuniões ineficientes, “quem sabe mesmo o motivo porque esta reunião foi convocada?”.
Não saber dizer não, “se você acha mesmo que sou importante, então eu concordo”.
Começar o dia sem uma lista de prioridades, “eu nem sei direito o que tenho que fazer hoje”.
 
Espero que você não esteja entre esta turma.