terça-feira, 29 de setembro de 2015

Ano 4 Post 116 - Quais são as características de um recrutador moderno?

Este conteúdo foi publicado no Linkedin hoje, e, estou divulgando porque concordo plenamente com as recomendações.

“Embora as ligações informais e as agendas telefônicas tenham sido recursos essenciais de recrutamento nos anos 90, na última década, esse processo teve uma evolução incrível. Hoje, tudo se resume na construção do relacionamento através de ferramentas avançadas e em se tornar uma parte estratégica da empresa. O recrutamento e os próprios recrutadores estão ficando cada vez mais modernos e dinâmicos.
Mas ao pensar nisso, você sabe o que implica ser de fato um recrutador moderno no dia-a-dia?
Perguntamos a três líderes do setor, Jennifer Candee da SAB Miller, Mathew Caldwell da Mozilla e Olivier Lambel da SSI Pacific (ex-Diretor de Equipe e Cultura da Ecetera), o que é para eles um recrutador moderno, e eles nos disseram o que buscam nos recrutadores de hoje. Ao ouvir as respostas de cada um no vídeo acima, descobrimos quatro pontos em comum:
1. Fazer além do que o RH faz
Os três acreditam que os recrutadores modernos têm uma grande variedade de competências. Olivier afirma que os recrutadores modernos são novos profissionais multifacetados, com conhecimento em marketing, vendas e análise. Jennifer concorda, alegando que alguns dos melhores recrutadores surgem dentre os especialistas em marketing, ou até mesmo, em psicologia.
Como declaramos no mês passado, o recrutador moderno é em parte artista e em parte cientista. Ao usar o lado direito do cérebro, os recrutadores modernos se tornam intuitivos e canalizam a habilidade de pensar de modo diferente em tecnologias de correspondência e no marketing. No entanto, eles ainda precisam explorar o lado esquerdo do cérebro para se tornarem mais analíticos e voltados para a pesquisa.

2. Recrutamento é marketing
Ao pensar mais para o lado criativo, Jennifer percebe que essa atração de talentos tornou-se muito semelhante ao marketing. “Os recrutadores precisam ter uma atitude de embaixadores da marca e se concentrar na comunicação, pois eles são a voz da empresa”, explica Jennifer. Assim como os profissionais de marketing comunicam o valor de um produto ou serviço aos clientes, os recrutadores precisam comunicar o valor de uma empresa ou vaga a um candidato.
Nós concordamos. Oitenta e dois por cento dos líderes em atração de talentos acreditam que a marca empregadora tem um impacto considerável na capacidade de contratar grandes talentos e que grandes talentos estão 56% mais preocupados em achar uma empresa com a cultura certa. Em nosso guia de recrutamento moderno, incentivamos que você busque o profissional de marketing que existe dentro de você e promova sua marca empregadora como um profissional de marketing promove seus produtos.
3. Parceiros estratégicos
Antigamente, o recrutamento era um processo mais transacional. Hoje, a atração de talentos tornou-se mais estratégica e os recrutadores se tornaram verdadeiros parceiros de negócios. “Digo para minha equipe ser parceira de seus clientes”, afirma Mathew. “Os gestores de contratações são os clientes, e os recrutadores possibilitam que as empresas desses clientes sejam bem-sucedidas.”
Além da parceria com os gestores de contratações no início do processo de seleção, os recrutadores também devem fazer parcerias multifuncionais para impulsionar o sucesso da empresa. Quando se trata da marca empregadora, é importante envolver as equipes de marketing, bem como a base de funcionários, a fim de promover a empresa como um excelente local de trabalho.
4. Causar impacto
Outro ponto importante que ouvimos direta e indiretamente dos três é a necessidade de querer mudar a vida das pessoas. “Amo meu trabalho porque quero causar impacto na vida das pessoas e vê-las prosperando e amadurecendo”, explica Olivier. Os recrutadores modernos também têm um quê de altruísmo. Eles investem emocionalmente em seus candidatos. O sucesso de um candidato não só ajuda a empresa a ser bem-sucedida, mas também demonstra o quanto você ajuda as pessoas a se lançarem nos respectivos planos de carreira”.
Sei que o momento não é voltado para recrutamentos & seleção de pessoas de acordo com o pensamento de uma grande maioria dos gestores. Deveríamos revisar esta regra, pois este é exatamente o momento para retirar da organização colaboradores pouco comprometidos, que não valorizam a cultura organizacional, que não atingem metas, e, estão sempre reclamando.

Pense nisso!

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Ano 4 Post 115 - DESIGN THINKING – CADA VEZ MAIS IMPORTANTE NAS ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS



Eu tenho um parceiro que dedica boa parte do seu tempo para estudar o Design Thinking e assuntos correlatos. Na nossa última conversa eu comentei que gostaria de entender mais desta ferramenta para poder analisar os pontos comuns que existem entre ela e a Psicologia Positiva, como saída para fazer as coisas acontecerem com mais objetividade e transparência dentro das empresas. Dois dias depois recebi um comentário dele Dr. Gustavo Bellozi de Araújo  que resolvi compartilhar com vocês.
“As empresas precisam olhar para dentro e voltar ao funil do conhecimento e descobrir a resposta do seu novo mistério. Porque eu existo? Qual é o meu propósito a partir hoje? Mas, nas grandes empresas, a eficiência é o status quo, não que a empresa não deva persegui-la, mas uma parte da empresa tem a missão de repensá-la. Uma visão focada é perigosa, assim como no trânsito, deve ser difusa. Tem que saber o que está acontecendo no entorno, uma vez que o comportamento é dinâmico e para conseguir uma vantagem competitiva precisa antecipar-se, inovar. Descobrir o que está latente no seu consumidor, mas por outro lado as cobranças sobre da alta gerência por eficiência e resultados põe a prova os empregos. Não pode errar em uma empresa estritamente voltada a eficiência. Só que a eficiência uma hora leva a obsolência. O ideal é o equilíbrio: ter o operacional perseguindo a eficiência, sem perder o foco no cliente, e, estrategistas revirando os mistérios deixados no funil e descobrindo o que vou ser no futuro (qual será meu propósito?). O que está latente nos meus clientes frente a uma cultura dinâmica e de novos comportamentos de consumo?

Em um mundo cujas decisões se tornam cada vez mais complexas não se pode pensar em inovar olhando os números do passado, é preciso antecipar o futuro. Exemplificando isso: perguntas estratégicas: será que hoje entrego valor nos petiscos que produzo? o que os pais hoje querem que seus filhos comam? o que meus clientes sentem ao comer um petisco? será assim que continuarei a fazer parte da cultura de entretenimento? quais serão os alimentos e os "passa tempo" dessa cultura? PS: o valor do investimento anual em marketing me faz pensar que a empresa ainda esta nos anos oitenta, onde o que vale é quem grita mais alto!”
Bem, assim como programas de qualidade foram a grande novidade gerencial nos anos oitenta, doravante, cada vez mais ouviremos os grandes executivos mencionando “design Thinking” e “modelos de negócio Canvas”.
Quem não sabe nada a respeito deles, recomendo começarem a pesquisar.