domingo, 26 de janeiro de 2014

Ano 3 Post 54 - 7 comportamentos dos pais que impedirão seus filhos de se tornarem líderes


 
 
 
 
 
Aqui estão 7 desses comportamentos, identificados por Elmore, e que devem ser evitados se você quer que seu filho se torne um líder capaz:

1. Não deixar as crianças se arriscarem

O medo de perdê-las nos leva a fazer tudo o que podemos para protegê-las. Isso é correto e de fato uma responsabilidade dos pais, mas há riscos saudáveis e que precisam ser permitidos. Psicólogos europeus descobriram que crianças que não podem brincar fora de casa e que nunca chegam a se machucar de leve (sofrer uma queda, por exemplo) frequentemente desenvolvem fobias na idade adulta. Não permitir que adolescentes sofram o fim de um relacionamento amoroso ou que crianças caiam algumas vezes, aprendendo que é normal, provavelmente gerará adultos arrogantes (que não sabem lidar com as falhas) e com baixa autoestima.

2. Correr ao seu socorro muito rápido

Quando cuidamos de todos os problemas e enchemos as crianças de excessivos cuidados, deixamos de ensiná-las a tomar iniciativa e enfrentar suas dificuldades. É necessário que elas aprendam a caminhar sozinhas, para que se tornem líderes. Do contrário, serão adultos acomodados e inconsequentes.

3. Elogiar com facilidade

Não há problemas em elogiar os filhos quando eles merecem, mas a política de que "todos são vencedores" pode ser prejudicial, em longo prazo. É importante fazer com que seu filho se sinta especial, mas elogiá-lo sem critério, deixando de lado comportamentos errados, lhe ensinará a mentir, exagerar e trair, por medo de enfrentar a realidade como ela é e de causar decepção ao admití-la.

4. Deixar a culpa ser um obstáculo para a boa liderança

Seus filhos não precisam amar você todos os minutos de suas vidas. Eles conseguirão lidar com decepções, mas não com o fato de serem mimados. Por isso diga "não" ou "agora não" e deixe que eles lutem por aquilo que realmente valorizam e precisam.

5. Não compartilhar nossos erros

Adolescentes saudáveis desejarão fazer as coisas do seu jeito, e nós como adultos temos que permitir isso, o que não significa que não possamos ajudá-los. Compartilhar erros do passado pode gerar um sentimento de identificação e orientar seus filhos a escolherem melhor. Você não é o único a influenciar seu filho, então busque ser a melhor influência.

6. Confundir inteligência, talento e influência com maturidade

A inteligência é muitas vezes usada como uma medida da maturidade de uma criança, e, como resultado, pais costumam deduzir que uma criança inteligente está pronta para o mundo, o que não é necessariamente verdade. Para decidir quando soltar mais seus filhos e dar-lhes mais independência, observe outras crianças da idade deles, e veja como responde às pequenas responsabilidades que lhes forem dadas. Não apresse nem atrase esta independência!

7. Não fazer o que dizemos

Como pais, é nossa responsabilidade dar o exemplo de vida que queremos que nossos filhos vivam, ajudando-lhes a construir um bom caráter e a serem responsáveis em todos os aspectos. Como líderes de nossas casas, podemos começar por falar apenas com honestidade, sem hipocrisia ou mentiras (nem mesmo aquelas mais simples). Observe suas ações e escolhas éticas; seu filho, com certeza, as estará observando.

 
Retirado do site www.administradores.com.br
http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/7-comportamentos-dos-pais-que-impedirao-seus-filhos-de-se-tornarem-lideres/83838/

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Ano 3 Post 53 UM MAPA ESTRATÉGICO PODE MOSTRAR AS PRIORIDADES CRUCIAIS DO SEU NEGÓCIO


Para iniciar as nossas reflexões de 2014 quero convidar vocês para gastarem alguns minutos e focar na necessidade de estabelecer um roll de prioridades para este ano, e, depois criar um Plano de Ação correlato. Para isso, vamos criar algumas providências bem simples e objetivas:

1.       Busque um local onde possa trabalhar sossegado e com um mínimo de interferência externa. Tenham em mãos algumas folhas de papel em branco e uma caneta.

 

2.       Reflita sobre as melhores respostas que pode construir baseado nas experiências atuais do seu negócio para as questões a seguir, e, registre de forma clara a síntese do seu pensamento:

 

 

a.       Em que segmento de negócios você realmente está? Qual é realmente o seu negócio? Não foque no seu produto, mas, sim, no benefício que você oferece aos seus clientes chaves. Por exemplo, não venda “chocolates”, mas, “presentes”; ou seja, este empresário está no segmento de “varejo de presentes”.

 

b.      Quais são os meus diferenciais em relação aos meus concorrentes diretos, ou seja, porque os clientes compram da nossa empresa? Aqui os aspectos essenciais poderiam ser: localização; preços compatíveis; equipe de vendas treinada e capacitada; etc.

 

c.       O que os seus melhores clientes têm em comum? Poderíamos concluir que são mulheres e homens maduros que trabalham fora, que normalmente fazem compras para a família, da classe média, e, moradores em bairros nobres.

 

d.      O que nós oferecemos de “único” no mercado para os nossos clientes chaves? Atendimento diferenciado e serviços focados na criação de facilidades.

 

e.      Quais são os nossos principais gargalos, obstáculos ou carência de conhecimentos cruciais para o sucesso continuado do nosso negócio? Carência de um processo formal de planejamento; falta de gerenciamento de metas junto à equipe de vendas; falta de controles de custos e produtividade nas áreas de administração e finanças, por exemplo.

 

f.        Temos as pessoas certas em cada atividade chave?

 

3.       Poderíamos dizer que a reflexão sobre as questões acima e o seu respectivo registro nas folhas de papel, constituiriam uma primeira fase chamada de “diagnóstico situacional do meu negócio”. A seguir, uma segunda fase que poderíamos chamar de “formulação de um plano estratégico”, consistiria em definir as prioridades estratégicas para o seu negócio, centradas em quatro grandes perspectivas, ou seja, o que eu deveria priorizar em 2014 para aprimorar o que tenho de bom, e, eliminar ou reduzir de intensidade as dificuldades reais do meu negócio:

 

 

Perspectivas:
Prioridades ou Plano de Ação
FINANÇAS
 
MERCADO e CLIENTES
 
ATIVIDADES CRÍTICAS
 
GESTÃO DE PESSOAS
 

 

4.       Claro que o exercício não poderia se resumir a “diagnóstico situacional e formulação estratégica”. O que desejamos que você realmente tenha são iniciativas ou projetos que proporcionem um novo rumo nos seus negócios neste ano de 2014. Esta terceira fase poderíamos chamar de “execução estratégica”.

 

5.       O processo de fazer este exercício é muito interessante e os resultados são surpreendentes. Espero que você faça e que isso lhe proporcione redução de custos, melhoria na produtividade, e, principalmente, bons lucros.