terça-feira, 8 de maio de 2012

ANO 2 - POST 34 - A REVOLUÇÃO DAS REDES SOCIAIS


Minhas últimas experiências profissionais junto aos clientes agora em 2012, me levaram a repensar muito sobre os processos de desenvolvimento de pessoas, governança corporativa, e, de como devemos levar a sério a questão do uso das mídias sociais nas organizações.

As realidades com que me deparei mostram com muita clareza a mudança que todos estão enfrentando em termos de atração, retenção, seleção e desenvolvimento da força de trabalho. Há uma carência generalizada de bons profissionais; há um processo de turn-over crescente; o comprometimento e orgulho de pertencer a uma organização diminui, e, as formas de lidar com estas realidades apresentam poucas inovações e poucas novas abordagens com condições de alterar este quadro desolador. Uma nova geração está chegando ao mercado de trabalho com idade média ao redor de 35 anos, e, até o ano de 2015 eles representarão assustadores 50 % da força de trabalho. O desenvolvimento das pessoas que falamos acima precisa estar atento no que esta geração tem de diferente das demais gerações já pertencentes ao quadro de colaboradores. Eles valorizam tecnologia; eles valorizam como se processa a comunicação dentro da empresa; eles tem uma forma diferente de aprender, de como fazer as coisas acontecerem; e, diariamente estão influenciando a forma como as coisas acontecem dentro das nossas empresas.

No processo de Governança Corporativa também se verifica mudanças consideráveis. Cada vez mais as empresas são impelidas a construirem processos formais de gestão e implantação de estratégias corporativas diferenciadas. Mas, esta poderosa ferramenta de gestão ainda não encontrou a forma de atrair a força de trabalho para fazer com que ela aconteça em cada minuto do dia a dia do trabalho operacional de forma integrada. Quando executo minha tarefa não estou ligado na estratégia do meu departamento que está por trás. Meu gestor participa muito pouco com melhorias nesta situação. Não há comprometimento com a cultura, com a visão empresarial, e, com os valores organizacionais oriundos da principal liderança. Os colaboradores estão muito voltado para as suas necessidades pessoais e pouco envolvidos com os objetivos estratégicos. E, de forma semelhante a situação da retenção de pessoas comentadas no bloco anterior, os mecanismos usados pelas empresas não estão alterando o quadro para melhor.

E nós, da Castro Consulting, acreditamos que o processo de Inteligência Corporativa e os Programas de Desenvolvimento de Gestores, precisam repensar o papel das mídias sociais no encaminhamento afirmativo das principais lacunas citadas. As iniciativas de treinamento formais ou informais precisam ser revolucionados e acontecer no ambiente onde as atividades acontecem dentro das organizações. Os gestores de equipes precisam realizar profunda reflexão sobre o seu efetivo papel de desenvolvedores de gente dentro da empresa. Precisamos encontrar um novo formato inteligente e profissional para fazer com que a fixação dos colaboradores aconteça; a motivação e o comprometimento voltem a ser crescente; e, a estratégia geral seja realizada por cada colaborador individualmente, 24 horas por dia, em cada canto da empresa.

Com este espírito e cultura organizacional voltaremos a superar a concorrência e a ter um crescimento lucrativo sustentado.

QUIZ:

Hoje há uma revolução na apresentação dos conteúdos midiáticos nas empresas fornecedoras de mídia; cresce a participação do cliente on line e ao vivo nos novos programas. Esta nova realidade não vai mexer com a sua vida profissional?