sexta-feira, 29 de maio de 2015

RESPOSTA RECEBIDA SOBRE NOSSO POST 108





Bom dia, Eduardo!

Acabei de ler seu post e mesmo que tenhamos conversado sobre ele, quero deixar registradas algumas reflexões. Foi realmente um encontro muito interessante, pois as cabeças que estavam presentes, são “cabeças” de respeito dentro da nossa comunidade. Apóio totalmente a ideia de implantarmos em Porto Alegre um impostômetro, porque colabora pra informar as pessoas do que estamos pagando de forma “embutida”.
Assisto diariamente o canal 40 do Globo News e acompanho que os dados colocados no post já estão acontecendo, tipo juros altos, cartão de crédito hoje está quase um “assalto à mão armada”, nossos gastos aumentam e os recursos diminuem, nossos velhos problemas de insolúveis viram crônicos, tipo saúde e educação; que o nosso crescimento ficará “congelado” a zero grau, mesmo que tenhamos trabalho dia após dia, nossa safra seja recorde, brasileiros tenham acordado num horário em que o sol ainda não nasceu e voltem pra casa e já esteja noite e. nos pareça que não estamos fazendo nada, porque o país da “Presidenta Dilma” está com o olhar pra fora e não para dentro...e, portanto, olhar pra dentro das nossas empresas, fazer o nosso tema de casa, diminuir nossos gastos e excluir se pudermos os desperdícios de forma inteligente, criar soluções pra os nossos problemas, manter uma vida saudável e espiritualizada, podem se transformar numa das receitas pra nos mantermos vivos e prontos pra sermos melhores quando todo este barulho passar.
Dolores Bordignon


quarta-feira, 27 de maio de 2015

An0 4 Post 108 - VENCENDO A CRISE



Estive hoje assistindo o Zoom do Varejo, iniciativa do CDL de Porto Alegre. Eram palestrantes convidados o economista Marcelo Portugal, os empresários Eduardo do Shopping Total e Júlio Motin da Panvel, e, o consultor de varejo Alberto Serrentino. O foco idealizado era análises e recomendações de como enfrentar a crise vivenciada neste momento no país.
Sobre a situação econômica, política, e fiscal, a recomendação foi um envolvimento maior da entidade nas discussões que envolvem saídas para os problemas, e, a implementação de um impostômetro em Porto, hoje existente em São Paulo, a partir do mês de julho, tudo de acordo com o Presidente do CDL.
Marcelo Portugal reconhece a existência de uma crise que deve piorar no segundo semestre, mas, reconhece também, que já vivenciamos situações muito piores anteriormente. Devemos começar uma melhora em 2016. Hoje vivemos um aumento dos gastos e do déficit público; um aumento generalizado de impostos; paralisação de muitos investimentos; atraso nas obras de infra-estrutura; realinhamento das tarifas dos serviços públicos, em especial água, luz e combustível. A inflação no ano deverá ficar acima de 8%; o crescimento deverá ficar ao redor de zero ou negativo; e, e o déficit público deverá ficar ao redor de 350 bilhões. Taxa de juros acima dos atuais 13,25%. Câmbio acima de R$ 3,00. Notícia alentadora é o volume das safras agrícolas que serão boas. Crescerá o desemprego e o setor da indústria não terá crescimento. E, a nossa Presidenta, continuará com a terceirização do lado econômico com o Levy, e, do lado político com o Temer. Persiste a dúvida sobre a continuidade desta renuncia branca. Recomendou que em 2015 os empresários evitassem projetos de expansão; foquem no mix de produtos que vendem bem; mantenham estoques enxutos; realizem corte de gastos; e, fiquem atentos para o movimento de virada da economia.
Os dois empresários comentaram que não vão deixar que a crise contamine seus projetos e tão pouco o sistema de gestão. Darão grande atenção em medidas de desaceleração nos segmentos que forem mais atingidos e muito foco em manter as vendas ao redor das metas. Reconhecem que por parte do Governo Federal há má gestão e até um pouco de incompetência. Concordam com a visão do Marcelo Portugal, mas vão fazer o impossível para não precisar tomar medidas que reflitam nas pessoas. Eles acreditam que possuem o aprendizado necessário para manter a boa performance neste tempo de crise.
O último painelista. Alberto Serrentino recomenda que os empresários tenham muita cautela para pilotar seus negócios enquanto a crise perdurar, com competência e maturidade. Todos vão enfrentar uma desaceleração na expansão do consumo, pressão nos custos e despesas, estagnação econômica, aumento dos juros e restrições de crédito, desvalorização cambial, estagnação da geração de empregos, queda na confiança dos consumidores, e, ajuste fiscal. Empresas bem posicionadas e com rentabilidade não deverão sofrer muitos reflexos. Teremos a implementação de várias novas lojas em todos os segmentos. O Varejo digital continuará com o seu crescimento. Como haverá um aumento da complexidade, recomenda que se priorize o pensar simples. Enfim, fazer o básico todos os dias e em todas as lojas.


segunda-feira, 18 de maio de 2015

Ano 4 Post 107 - ESTRATÉGIAS E TÉCNICAS DE NEGOCIAÇÃO





As estratégias e técnicas de Negociação vêm auxiliando milhares de executivos e organizações na busca de mais eficiência na hora da tomada da decisão em algum tema onde as opiniões são contrárias e contraditórias.  Por isso mesmo é importante que ao negociar devêssemos tomar cuidado com erros que às vezes acontecem por pura falta de atenção ou excesso de confiança, prejudicando o resultado final. Focado nesta necessidade, e, dando sequência ao Projeto de Gestão Empresarial das Cooperativas Tocantinenses (Gescoop), fomos convidados para coordenar o décimo e último módulo desta iniciativa de desenvolvimento. Estiveram presente ao seminário de dois dias, dirigentes, cooperados e colaboradores das cooperativas do estado de Tocantins, mais precisamente, de Palmas e Araguaína, onde foram sediadas as aulas.
O estado de Tocantins tem uma vocação muito forte para a pecuária, mas, nos últimos anos cresce o desenvolvimento da agricultura, principalmente, soja e seringueira. Desta forma as necessidades de lançar mão de uma metodologia mais estruturada para encaminhar a decisão nos negócios foi muito bem aceita pois existiam muitas dúvidas sobre este tema, em especial, focado em duas dificuldades: não planejar adequada e previamente os passos a serem dados em qualquer negociação, bem como, ter uma crença de que a improvisação e o jogo de cintura natural do brasileiro resolvem todos os problemas.
Nas expectativas e necessidades dos participantes identificadas no início dos trabalhos percebemos que a atenção precisaria focar muito nos procedimentos eficazes da negociação; dos erros a evitar; da necessidade de explicitar bem claro qual o objetivo da negociação; que o processo é um relacionamento, e, como tal, deve ser uma relação duradoura, mutuamente vantajosa para as partes; de muita confiança; e, que devemos ter o controle das emoções e dos sentimentos em todos os momentos. Falamos do tripé básico: poder, informação e tempo. Explicamos detalhadamente os dois tipos de negociação que são usados, como também, as três fases básicas (programação prévia; negociação propriamente dita que vai da abertura ao fechamento do acordo; e, controle e avaliação). E, para encerramento discorremos sobre as principais técnicas e táticas que os negociadores usam para desestabilizar seus adversários. Durante os dois dias busquei deixar bem claro a prática da negociação mostrando aos participantes as principais ferramentas que eles podem colocar em uso imediatamente.
Se juntarmos aprimoramentos incrementais na estratégia e no modelo do negócio, na tecnologia de processos, e, principalmente, no tomada de decisão, o desfecho de cada negociação acontecerá no modelo ganha-ganha, e, as oportunidades futuras de novos embates será saudável.


quinta-feira, 7 de maio de 2015

Ano 4 Post 106 - A CAPACIDADE DAS PESSOAS EM FOCAR NO TRABALHO EM EQUIPE


Neste Post vou abordar sobre a necessidade de alterarmos nossas habilidades e técnicas no relacionamento com os colaboradores, e, isto só depende de você para avançar de forma mais produtiva. Não podemos ficar de braços cruzados porque temos uma infinita necessidade de relacionarmos as teorias mais destacadas sobre o desenvolvimento humano com as ações e hábitos das pessoas mais eficazes, produtivas e equilibradas nas organizações. A cada novo desafio nos clientes, fico surpreso com a falta de esforço para quebrar o paradigma da individualidade e encaminhar as atividades de forma conjunta e sinérgica. Parece que trabalhar em equipe mexe com o sentimento de poder dos principais executivos, que pouco fazem para equilibrar sua autoridade com as dimensões espiritual, emocional, racional e física de seus comandados. Urge a necessidade de explorarmos mais o potencial coletivo do capital humano, para encontrar soluções criativas que superem o intrincado momento da economia e de retração em quase todos os mercados. Claro que a vida é repleta de problemas em todos os tempos, sejam eles de abundância ou de restrições. Basta sentarmos em frente da televisão e a nossa esperança de melhoria no alinhamento entre “chefes x subordinados”, a cada nova tragédia acontecida no ambiente empresarial, se reduz sensivelmente. Os líderes ficam pressionados a fazer mais com menos; os subordinados reclamam que nas suas respectivas áreas não existe um comando que alinhe os objetivos das organizações com os objetivos individuais. E, todos, sem se dar conta, vão ficando desanimados, se contentando com uma produtividade baixa, e, principalmente, deixando que o estresse tome conta dos relacionamentos.

Precisamos inverter este clima e efetivamente conseguir melhorias substanciais no ambiente organizacional e no comprometimento de líderes e equipes. Basta estudar os procedimentos dos que fazem as coisas acontecerem verdadeiramente de forma eficaz, deixando de lado os velhos paradigmas de gerenciamento, principalmente, “o manda quem pode e obedece quem precisa”. Aqueles que “pensam e agem fora da caixa”. Que tem uma visão positiva de futuro, que vencem os problemas à medida que vão surgindo, trabalham para que o novo seja melhor, e, que lidam com os novos desafios, mesmo os mais difíceis, de uma maneira inteiramente inovadora e exponencialmente mais produtiva. Precisamos de muita criatividade, inovação e empreendedorismo, e, passar uma mensagem poderosa que faça com que todos da nossa equipe encontrem sentido no que estão fazendo. Enfim, como líderes, mudar radicalmente o modo de pensar. Criar um ponto de ruptura; descobrir dentro de si a motivação e a habilidade pessoal para transformar os procedimentos e superar as barreiras que os outros consideram insuperáveis. Esta energia fará você enxergar um novo futuro operacional e criar as condições para que os próximos anos de seu projeto de liderança seja totalmente revolucionário. Ao priorizar suas ações no desenvolvimento humano da equipe, e, agilizar o processo de tomada de decisão em torno da gestão participativa, independente das gerações que sua equipe representa, você descobrirá uma maneira surpreendente de revolucionar o futuro.

Gostaríamos muito de saber o que você pensa sobre este tema. Compartilhe com os nossos leitores as suas experiências e incentive uma reflexão em equipe.