Na Revista Sermais no. 55 li um artigo escrito pela Adriana Teixeira,
psicóloga e coach, que aborda a
necessidade de desenvolvimento de algumas competências e habilidades em nossa
equipe de trabalho para que se alcance as metas e se enfrente o atual ambiente
sócio econômico desfavorável. Sobre estas recomendações vou acrescentar alguns
comentários.
A primeira recomendação orienta que os colaboradores precisam “compreender
seu trabalho”. Isto nos conduz a conseguirmos uma interação líder x subordinado
através de um processo de comunicação claro e objetivo de forma que a equipe de
trabalho tenha pleno domínio das tarefas a serem realizadas, das funções, e,
das responsabilidades do cargo assumido. Observo que no dia a dia operacional
se perde muito tempo pela observação limitada que os colaboradores têm da
amplitude do trabalho solicitado pelos líderes. Parece que eles não têm plena
consciência de como e para que lhes sejam delegadas algumas tarefas. Na verdade
não conseguem valorizar as prioridades; não conseguem organizar um plano de
trabalho que elimine tarefas desnecessárias; não conseguem eliminar bate-papo
em redes sociais durante o expediente de trabalho; e, não fazem anotações sobre
o escopo do trabalho e muito menos dos resultados alcançados.
A segunda orientação recomenda que os colaboradores “tenham visão”, ou
seja, entendam as necessidades dos clientes, os focos que a empresa esta
centrada, use um pensamento positivo a respeito das atividades. Aquilo que
pensamos e conseguimos visualizar os resultados na nossa mente, tem muito mais
probabilidade de se materializar. Os colaboradores precisam acreditar que
através do pensamento eles podem atrair sucesso ou fracasso. Nós somos os
verdadeiros responsáveis pela nossa carreira, e, temos obrigação de realizar
uma ação consciente na hora de proceder a escolhas na vida pessoal e
profissional. Ficar parados, manter postura de “vítima”, não sair da zona de
conforto, e, não estimular a mente com hábitos e comportamentos saudáveis, com
certeza, vai nos proporcionar uma colheita bem ruim.
A terceira recomendação fala sobre “ter boa reputação”. Novamente temos
que abordar que os comportamentos adequados são à base de uma boa reputação.
Estes comportamentos passam por nome limpo na praça, não ter dívidas, não
atrasar compromissos, não falar mal dos colegas e amigos.
A quarta diz que temos que “ter uma boa índole”. Índole aqui tem o
mesmo significado de caráter. Uma boa índole passa por construir e manter um
network adequado. Suas ações nesta direção vão solidificar ou destruir a sua
marca pessoal. Cumprir com o que promete, cuidar das suas parcerias e amizades,
enfim, regar de forma contínua os seus laços familiares, afetivos e
profissionais.
A quinta toca num ponto muito importante, ou seja, “administre a
inveja”. Mude esta energia, desprenda-se da cobiça em relação aos outros, e,
focalize nas coisas que já conquistou e nas que deseja conquistar. Use um
pensamento de abundância.
Por ultimo, recomenda que “sejamos prudentes e cautelosos”. Nada de
impaciência ou imprudência. Agir pelo imediatismo poderá se tornar uma pedra de
tropeço em sua vida. Ser cauteloso e prudente não significa ficar cabisbaixo,
mas sim, que você pode correr riscos calculados, e, dispor de uma carreira mais
sólida, sustentável e saudável.
Ela afirma: ”Se você pensa pequeno, terá uma visão do negócio de acordo
com sua mentalidade, ao contrário, se pensa grande, logo haverá maior
probabilidade de trazer para si aquilo que idealizou.”

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