Neste Post vou abordar sobre a
necessidade de alterarmos nossas habilidades e técnicas no relacionamento com
os colaboradores, e, isto só depende de você para avançar de forma mais
produtiva. Não podemos ficar de braços cruzados porque temos uma infinita
necessidade de relacionarmos as teorias mais destacadas sobre o desenvolvimento
humano com as ações e hábitos das pessoas mais eficazes, produtivas e
equilibradas nas organizações. A cada novo desafio nos clientes, fico surpreso
com a falta de esforço para quebrar o paradigma da individualidade e encaminhar
as atividades de forma conjunta e sinérgica. Parece que trabalhar em equipe
mexe com o sentimento de poder dos principais executivos, que pouco fazem para
equilibrar sua autoridade com as dimensões espiritual, emocional, racional e
física de seus comandados. Urge a necessidade de explorarmos mais o potencial
coletivo do capital humano, para encontrar soluções criativas que superem o
intrincado momento da economia e de retração em quase todos os mercados. Claro
que a vida é repleta de problemas em todos os tempos, sejam eles de abundância
ou de restrições. Basta sentarmos em frente da televisão e a nossa esperança de
melhoria no alinhamento entre “chefes x subordinados”, a cada nova tragédia
acontecida no ambiente empresarial, se reduz sensivelmente. Os líderes ficam
pressionados a fazer mais com menos; os subordinados reclamam que nas suas
respectivas áreas não existe um comando que alinhe os objetivos das
organizações com os objetivos individuais. E, todos, sem se dar conta, vão
ficando desanimados, se contentando com uma produtividade baixa, e,
principalmente, deixando que o estresse tome conta dos relacionamentos.
Precisamos inverter este clima e
efetivamente conseguir melhorias substanciais no ambiente organizacional e no
comprometimento de líderes e equipes. Basta estudar os procedimentos dos que
fazem as coisas acontecerem verdadeiramente de forma eficaz, deixando de lado
os velhos paradigmas de gerenciamento, principalmente, “o manda quem pode e
obedece quem precisa”. Aqueles que “pensam e agem fora da caixa”. Que tem uma
visão positiva de futuro, que vencem os problemas à medida que vão surgindo,
trabalham para que o novo seja melhor, e, que lidam com os novos desafios,
mesmo os mais difíceis, de uma maneira inteiramente inovadora e exponencialmente
mais produtiva. Precisamos de muita criatividade, inovação e empreendedorismo,
e, passar uma mensagem poderosa que faça com que todos da nossa equipe encontrem
sentido no que estão fazendo. Enfim, como líderes, mudar radicalmente o modo de
pensar. Criar um ponto de ruptura; descobrir dentro de si a motivação e a
habilidade pessoal para transformar os procedimentos e superar as barreiras que
os outros consideram insuperáveis. Esta energia fará você enxergar um novo
futuro operacional e criar as condições para que os próximos anos de seu
projeto de liderança seja totalmente revolucionário. Ao priorizar suas ações no
desenvolvimento humano da equipe, e, agilizar o processo de tomada de decisão
em torno da gestão participativa, independente das gerações que sua equipe
representa, você descobrirá uma maneira surpreendente de revolucionar o futuro.
Gostaríamos muito de saber o que
você pensa sobre este tema. Compartilhe com os nossos leitores as suas
experiências e incentive uma reflexão em equipe.
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