terça-feira, 27 de maio de 2014

Ano 3 - Post 66 DESAPEGADOS DO EGO


 

Chamou-me a atenção uma entrevista que Alejandro Formanchuk, especialista latino-americano em comunicação, deu numa revista de administração de pessoas. Ele afirmou que comunicação é cultura em movimento, como também, que o principal papel do comunicador na empresa é passar despercebido. Sem ela nenhuma organização sobrevive, e, para que ela funcione é preciso deixar de lado o estilo, o ego e passarmos a nos concentrar somente nos códigos do emissor. Se pararmos a comunicação, paramos a ação. A organização que não vislumbra a importância da comunicação interna em seu ambiente é capaz de deixa-la ao acaso, não planejar e permitir que muita coisa aconteça de forma errada. E, mais, é impossível progredir em termos de cultura organizacional sem ter um processo de comunicação organizado e planejado. A profissão de comunicador é uma atividade difícil; ele ao invés de passar despercebido deseja se fazer notar abertamente, o que é um grande erro.

Por isso, recomenda: a boa comunicação é tarefa de todos e a área de comunicação não pode ter o monopólio sobre as mensagens que são emitidas; que o líder maior deve ser o principal comunicador da empresa; que é através de ações que nos comunicamos muito melhor e não em palavras distribuídas nos veículos internos; e, que, se as pessoas que fazem comunicação não são confiáveis, não teremos comunicação eficaz.

A área de recursos humanos precisa estar alinhada com este serviço e trabalhar junto para que uma boa comunicação aconteça. Da mesma forma, as redes sociais tem papel decisivo neste processo. Por último, o comunicador interno deve ser a pessoa mais educada e culta de uma empresa.

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