Eu
tenho um parceiro que dedica boa parte do seu tempo para estudar o Design
Thinking e assuntos correlatos. Na nossa última conversa eu comentei que
gostaria de entender mais desta ferramenta para poder analisar os pontos comuns
que existem entre ela e a Psicologia Positiva, como saída para fazer as coisas
acontecerem com mais objetividade e transparência dentro das empresas. Dois
dias depois recebi um comentário dele Dr. Gustavo Bellozi de Araújo que resolvi compartilhar com vocês.
“As
empresas precisam olhar para dentro e voltar ao funil do conhecimento e
descobrir a resposta do seu novo mistério. Porque eu existo? Qual é o meu
propósito a partir hoje? Mas, nas grandes empresas, a eficiência é o status quo, não que a empresa não deva persegui-la,
mas uma parte da empresa tem a missão de repensá-la. Uma visão focada é
perigosa, assim como no trânsito, deve ser difusa. Tem que saber o que está
acontecendo no entorno, uma vez que o comportamento é dinâmico e para
conseguir uma vantagem competitiva precisa antecipar-se, inovar. Descobrir o
que está latente no seu consumidor, mas por outro lado as cobranças sobre da
alta gerência por eficiência e resultados põe a prova os empregos. Não pode
errar em uma empresa estritamente voltada a eficiência. Só que a eficiência uma
hora leva a obsolência. O ideal é o equilíbrio: ter o operacional perseguindo a
eficiência, sem perder o foco no cliente, e, estrategistas revirando os
mistérios deixados no funil e descobrindo o que vou ser no futuro (qual será
meu propósito?). O que está latente nos meus clientes frente a uma cultura
dinâmica e de novos comportamentos de consumo?
Em
um mundo cujas decisões se tornam cada vez mais complexas não se pode pensar em
inovar olhando os números do passado, é preciso antecipar o futuro. Exemplificando
isso: perguntas estratégicas: será que hoje entrego valor nos petiscos que
produzo? o que os pais hoje querem que seus filhos comam? o que meus clientes
sentem ao comer um petisco? será assim que continuarei a fazer parte da cultura
de entretenimento? quais serão os alimentos e os "passa tempo" dessa cultura? PS: o valor do investimento anual
em marketing me faz pensar que a empresa ainda esta nos anos oitenta, onde o que
vale é quem grita mais alto!”
Bem,
assim como programas de qualidade foram a grande novidade gerencial nos anos
oitenta, doravante, cada vez mais ouviremos os grandes executivos mencionando
“design Thinking” e “modelos de negócio Canvas”.
Quem
não sabe nada a respeito deles, recomendo começarem a pesquisar.


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