segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Ano 4 Post 115 - DESIGN THINKING – CADA VEZ MAIS IMPORTANTE NAS ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS



Eu tenho um parceiro que dedica boa parte do seu tempo para estudar o Design Thinking e assuntos correlatos. Na nossa última conversa eu comentei que gostaria de entender mais desta ferramenta para poder analisar os pontos comuns que existem entre ela e a Psicologia Positiva, como saída para fazer as coisas acontecerem com mais objetividade e transparência dentro das empresas. Dois dias depois recebi um comentário dele Dr. Gustavo Bellozi de Araújo  que resolvi compartilhar com vocês.
“As empresas precisam olhar para dentro e voltar ao funil do conhecimento e descobrir a resposta do seu novo mistério. Porque eu existo? Qual é o meu propósito a partir hoje? Mas, nas grandes empresas, a eficiência é o status quo, não que a empresa não deva persegui-la, mas uma parte da empresa tem a missão de repensá-la. Uma visão focada é perigosa, assim como no trânsito, deve ser difusa. Tem que saber o que está acontecendo no entorno, uma vez que o comportamento é dinâmico e para conseguir uma vantagem competitiva precisa antecipar-se, inovar. Descobrir o que está latente no seu consumidor, mas por outro lado as cobranças sobre da alta gerência por eficiência e resultados põe a prova os empregos. Não pode errar em uma empresa estritamente voltada a eficiência. Só que a eficiência uma hora leva a obsolência. O ideal é o equilíbrio: ter o operacional perseguindo a eficiência, sem perder o foco no cliente, e, estrategistas revirando os mistérios deixados no funil e descobrindo o que vou ser no futuro (qual será meu propósito?). O que está latente nos meus clientes frente a uma cultura dinâmica e de novos comportamentos de consumo?

Em um mundo cujas decisões se tornam cada vez mais complexas não se pode pensar em inovar olhando os números do passado, é preciso antecipar o futuro. Exemplificando isso: perguntas estratégicas: será que hoje entrego valor nos petiscos que produzo? o que os pais hoje querem que seus filhos comam? o que meus clientes sentem ao comer um petisco? será assim que continuarei a fazer parte da cultura de entretenimento? quais serão os alimentos e os "passa tempo" dessa cultura? PS: o valor do investimento anual em marketing me faz pensar que a empresa ainda esta nos anos oitenta, onde o que vale é quem grita mais alto!”
Bem, assim como programas de qualidade foram a grande novidade gerencial nos anos oitenta, doravante, cada vez mais ouviremos os grandes executivos mencionando “design Thinking” e “modelos de negócio Canvas”.
Quem não sabe nada a respeito deles, recomendo começarem a pesquisar.


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