terça-feira, 29 de outubro de 2013

Ano 2 Post 47 - ESTAMOS CHEGANDO AO FINAL DO ANO DE 2013. HORA DE PENSAR EM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO!


Hoje em dia mais de 90 % das empresas médias e grandes desenvolvem processos de Planejamento Estratégico. Aquelas que mantêm programas de Gestão da Qualidade também, normalmente usam a Metodologia do Balanced Scorecard para facilitar a implementação e execução do processo de planejamento estratégico, porque já tem o hábito de utilizar ferramentas de gestão consagradas nos seus processos de Governança Corporativa.

Qualquer metodologia que seja usada para implementar este processo vai passar por um passo a passo que contemple: (1) alinhamento das pessoas do grupo de planejamento sobre conceitos e informações chaves; (2) realização de um diagnóstico situacional sobre ambiente externo e interno da organização que culmine numa matriz SWOT; (3) validação dos norteadores estratégicos (negócio, missão, visão e valores) para que todo o capital humano tenha bem claro os conceitos e filosofias dos empreendedores; (4) diretrizes estratégicas, plano de objetivos, e, ações e projetos de ação para o ano de 2014, no caso presente.

Gostaria de realçar a importância de contar com consultores externos para apoiar este processo para que os paradigmas e crenças enraizadas não prejudiquem os resultados que podem ser produzidos. Por exemplo, a grande maioria das organizações tem uma visão míope sobre em que negócios efetivamente eles estão. A Honda não está no negócio de motos e carros; ela está no negócio de transportes. A Copenhagen não está no negócio de chocolates; está no negócio de presentes. E, assim, encontramos inúmeras visões de negócio míopes orientando profissionais no processo de planejamento estratégico. Eles focam no que a empresa produz e não nos benefícios que a empresa proporciona para os seus clientes. Enfim, ter um plano estratégico, preferencialmente usando a metodologia do BSC, direciona as ações de todo o capital humano. A estratégia produzida e compartilhada permite que as pessoas possam basear nelas o seu comportamento diário. Permite que eles possam alinhar planos pessoais com os planos organizacionais. E, o melhor, tudo isso resulta no que é popularmente conhecido como “o jeito como fazemos as coisas por aqui”.

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