Não sei se já falei nisso aqui: nossos posts têm procurado sempre que possível comentar sobre assuntos diversos que julgo ser do interesse dos meus parceiros e clientes. Mas, como atualmente as prioridades caminham em direção a ações e projetos que envolvem situações entre líderes e liderados, vou procurar focar mais em Gestão e Liderança. Acredito que os leitores ganharão se contarem com conteúdos mais relevantes, pertinentes e atualizadas de boas práticas de gestão e liderança como proteção ao complexo ambiente de negócios aqui no RS e no Brasil.
Por exemplo, observamos que cada vez mais as empresas somente estão empregando trabalhadores do conhecimento e profissionais de serviços, uma vez que nos últimos anos as empresas foram muito eficazes na automatização das tarefas rotineiras, processuais e quantificáveis. Cresce então a procura por trabalhadores do conhecimento e para o setor de serviços, caindo fortemente à demanda para as demais vagas. As empresas procuram por profissionais que tenham discernimento para tomar decisões e com capacidade para processar informações ambíguas ou inesperadas, e, agir de improviso. Outra questão é que a formação do candidato a uma vaga não determina mais a profissão, mas denota um grupo de habilidades que pode ser aproveitado nas tarefas mais variadas. A ascensão de uma economia criativa exige “ecologias criativas”, nas quais as empresas dão liberdade a seus colaboradores, e, estes pensam por conta própria e atuam com autoconfiança. Pessoas criativas não têm medo de pensar; não têm medo de considerar alternativas que possam ser melhores e mais agradáveis; uma cor diferente; ou, outro arranjo que reflita o mundo em que gostariam de viver. E, as empresas desta economia criativa são receptivas a esse comportamento, implicando isso na receptividade na liderança e na gestão, na remuneração e nos incentivos não financeiros. Por último, acreditamos que as pessoas devem aprender a pensar por si mesmas, compartilhar suas ideias com o grupo, e, depois voltar a pensar sozinhas, apesar da grande maioria ou só sabe trabalhar sozinhas, ou só trabalhar em grupos, não as duas coisas. Líderes paternalistas e centralizadores, e colaboradores que querem estabilidade de um funcionário público precisam reciclar suas posturas mentais urgente.
Economia criativa é usar ideias para criar outras ideias, o que geralmente acontece nos segmentos de arte, cultura, design, entretenimento, moda e mídia, mas aplica-se a qualquer inovação.

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